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sexta-feira, 11 de julho de 2014

NEBRASKA



Woodrow (Woody) Grant (interpretado por Bruce Dern), casado com Kate (June Squibb), mecânico aposentado, dois filhos adultos, alcoólatra e quase senil. Não é o melhor currículo para quem está quase encerrando o ciclo da vida. Depois de receber um folheto publicitário, que anuncia que ganhou um milhão de dólares, decide fazer, de qualquer maneira, uma viagem de mais de mil e quinhentos quilômetros. É essa a distancia que separa Billings (Montana) de Lincoln (Nebraska). Ele quer receber pessoalmente o prêmio.

A vida de David Grant (Will Forte) está à beira do colapso. Ele acaba de se separar da mulher com quem viveu durante dois anos. O emprego medíocre e a insensatez do pai, que, diversas vezes, tentou “fugir” de casa, se tornam suas maiores preocupações. Em vários momentos tenta explicar para Woody que o prêmio é uma armadilha do capitalismo. A oferta financeira está relacionada com assinaturas da revista que elaborou a promoção. Como não consegue convencer o velho, David se deixa vencer pelo cansaço. Pede alguns dias de licença no trabalho, coloca o pai dentro do carro, e inicia a jornada por quatro estados (Montana, Wyoming, South Dakota, Nebraska).

Apesar de apresentar alguma semelhança com o enredo de A Grande Viagem (La Grand Voyage. Dir. Ismaël Ferroukhi, 2004), filme onde o desencontro afetivo entre pai e filho precisa superar o constrangimento de uma viagem forçada, Nebraska (Dir. Alexander Payne, 2013) não é exatamente um road movie (gênero de filme em que a história se desenvolve durante uma viagem). Faltam-lhe algumas das características que o espectador encontra em Sem Destino (Easy Rider. Dir. Dennis Hopper, 1969), Encurralado (Duel. Dir. Steven Spielberg, 1971), Paris, Texas (Wim Wenders, 1984) ou História Real (The Straigh Story. Dir. David Lynch, 1999). No filme de Alexander Payne, o dinamismo dos deslocamentos geográficos, em determinado momento, é substituído pelo imobilismo físico.

David, para desagrado do pai, decide interromper a viagem e reunir a família. Convoca a mãe e o irmão, Ross (Bob Odenkirk), para passar o final de semana na casa de um dos irmãos do pai em Hawthorne (Nebraska). Imagina, nesse intervalo, que pode conseguir com que Woody desista da viagem. E, recuperada a lucidez, volte para casa. O que não estava em seus planos é que, sem a mínima noção de perigo, Woody conta para os familiares e, um pouco mais tarde, para o ex-sócio, Ed Pegran (Stacy Keach), que vai se tornar milionário. Em cidade pequena, algumas notícias se propagam com a velocidade de rastilho de pólvora. Foi o que aconteceu.

A novidade também apresenta efeitos colaterais. O delírio de Woody se transforma em um catalisador da inveja. Ed Pegran e alguns parentes não perdem tempo e cobram várias dívidas – e pouco importa se são verdadeiras ou imaginárias. De nada adianta David e Ross afirmarem que tudo é fruto de fantasia e decrepitude. Ninguém acredita. Todos querem uma fatia do dinheiro inexistente. Inclusive os irmãos Cole e Bart que, de forma patética, assaltam o tio e o primo.

Em paralelo, enquanto o mundo concreto continua à deriva, David, com paciência de garimpeiro, vai descobrindo fragmentos da biografia de seu pai. Tudo acontece de forma ocasional, quase sem encadeamento. Ao falar sobre casamento e paternidade, o pai diz para o filho que só casou porque gostava de trepar e a esposa, católica, queria ter filhos. Em outra conversa, Ed Pegran deixa escapar que, um pouco antes do nascimento de David, o amigo quase abandonou Kate – estava apaixonado por uma descendente indígena. No jornal da cidade, o filho encontra uma antiga namorada do pai, que lhe mostra uma reportagem sobre a participação de Woody na Guerra da Coréia. Ao visitarem a casa em que o pai nasceu, Woody comenta que era frequentemente espancado na infância. Esse aprendizado a conta-gotas permite a formação de uma imagem mais humana de um homem que, até então, era visto como um pai pouco carinhoso e constantemente embriagado.

Nas cenas finais, David e Woody não mais se comportam como estranhos. Em Lincoln, a história do milhão de dólares é esclarecida, apesar da frustração. Logo depois que Woody admite o engodo, David conversa com a funcionária da revista:

– Isso acontece muito?

– De vez em quando. Com gente mais velha, como seu pai. Ele tem Alzheimer?

– Ele só acredita no que dizem a ele.

– É uma pena.

– É.


Em lugar de deixar algum dinheiro como legado, Woody, de forma muito estranha, por vias transversas, consegue fornecer aos filhos algo mais importante, mais valioso. A cumplicidade entre pai e filho.

 
P.S.: As agruras da velhice, os ressentimentos familiares, o mergulho no passado, as histórias inconclusas, o reconhecimento de uma identidade comum entre o pai e o filho são elementos temáticos potencializados pelo uso (quase herético) do preto e branco. Nebraska se vale das ilusões produzidas pelo chiaroscuro para fornecer mais dramaticidade ao enredo.  


Constantine Alexander Payne, nascido em Omaha (Nebraska), em 1961, dirigiu, entre outros filmes, Ruth em Questão (Citizen Ruth, 1996), Eleição (Election, 1999), As Confissões de Schmidt (About Schmidt, 2002), Sideways – entre umas e outras (Sideways, 2004 – Oscar de Melhor Roteiro Adaptado) e Os descendentes (The Descendants, 2011).

segunda-feira, 7 de julho de 2014

MIL ROSAS ROUBADAS



Mil Rosas Roubadas, romance mezzo proustiano, mezzo sei-lá-o-quê, escrito por Silviano Santiago, lembra o ritual de uma cerimônia do adeus particular, embora não consiga afastar a semelhança com um disco riscado, eternamente condenado a repetir trechos de uma música composta em 1952, quando dois adolescentes de 16 anos se encontraram em uma praça de Belo Horizonte. De um lado estava o futuro produtor musical Ezequiel (Zeca) Neves; do outro, o futuro crítico literário Silviano Santiago.

Cada fragmento dessa história deságua na imagem do homem que, alimentando temores e medos, sobreviveu aos desacertos da vida e contemplou com palavras e sons o cadáver do amigo. Na estrada que separa o estímulo mental e o prazer do sexo, a fim de que cada um tomasse o rumo certo para saciar a libido em alvoroço, muitos anos depois, mais de cinquenta, a voz do narrador (persona em que se transveste o professor universitário aposentado), como se mimetizasse o canto das sereias, parece afirmar que o amor, mais do que a satisfação física, é um conjunto de recordações, um momento interrompido no tempo. O ato de confessar (com fluência e fruição) desejos, fracassos, gozos e castrações, se impõe. No entanto, apesar das aparências, ou melhor, ciente de que as aparências não correspondem ao real, há que se estar ciente que o corpo textual se alimenta de pistas falsas. É possível perceber indícios de que o narrador e o personagem estiveram envolvidos em algum tipo de simulacro amoroso. E pouco importa que essas nuvens sejam dispersas por declarações como Jovens e aprendizes de boêmio, gostávamos de sentir a volúpia do adeus como se fôssemos dois amantes – e nunca o fomos. A amizade é uma forma de preencher a ausência, estabelecer cadência afetiva, estreitar os laços que unem (de diversas maneiras) um homem a outro homem.

Silviano Santiago
Mas isso pouco importa. O passado pode ser resumido em um conjunto de eventos pouco fidedignos. Ou naquilo que não aconteceu. Não minto. Posso inventar em causa própria? Posso, diz o narrador. Tanto pode que o faz. E concretiza essa proposta imobilizando os deslocamentos cronológicos, centrando suas reflexões em um único episódio congelado pela memória narrativa. Como ferramenta auxiliar dessa obsessão, o narrador multiplica as citações. Convoca, de dentro da biblioteca romanesca, Samuel Beckett, Andre Gide, Machado de Assis, Vladimir Nabokov, Cesare Pavese. Também há espaço para diversas figuras menores, sombras que identificam a luz. Todos servem de pano de fundo para que a história pessoal dos dois rapazes, separada pelas idiossincrasias, desapareça. Somente o recorte tem importância, somente a recordação se destaca.

Ezequiel Neves
Nada escapa, tudo está escondido. Glórias do barroco. Na visão do narrador, a vida do amigo morto foi constante celebração do exagero, do caricato, do deboche. O curare não está na informação, que nunca é nova, está na maneira como a informação é travestida de perversidade. Quem conheceu o personagem não economizou adjetivos: histriônico, leviano, desajuizado, vampiro de almas, cabeça de vento, porra louca, inconsequente, desmiolado. Em alguns momentos, o narrador se esforça para desmentir esse arcabouço depreciativo. Quer mostrar que a irritabilidade de Zeca, que foi apenas um homem vulnerável e frágil, era uma forma estranha de mostrar resiliência nesse beco sem saída que caracteriza o viver. Quer construir um perfil repleto de qualidades, de senso moral, destacando que ele me dizia que se esperasse dele todas as maldades, menos a traição à vida. Evidentemente, isso não basta. É pouco. Muito pouco. Mosquito que cai na teia é alimento de aranha. A figura pública é mais forte, mais intensa, que a figura de papel. Vida, profissão e finanças. O corpo tripartido, vulnerável e frágil apela para a necessidade do prazer instantâneo, persistente e ininterrupto – o prazer dos paraísos artificiais liberado pelo álcool, pela maconha e pela cocaína – a fim de compensar a experiência de viver temerariamente como sucessivas formas desdobráveis e desdobradas de trabalho. “I never had a problem with drugs, only with cops” – ouço a voz de Keith Richards a apoiá-lo. Além disso, há a maledicência, a incontrolável vontade de esculhambar com o mundo, com todo mundo: Ele escolhe uma palavra ou frase já proferida pelo interlocutor para martiriza-lo. A palavra ou frase selecionada denota a falta de talento ou de sensibilidade de quem fala. O outro não consegue fazer humor e ser engraçado. Zeca deixa a língua solta deslizar pelas silabas alheias e desajeitadas a fim de dar a chibatada definitiva, que desperta o riso do grupo

Diante de um personagem repleto de nuances psicológicas, pois prefere incentivar o folclore em lugar de apostar na simpatia, a retórica se torna uma arma eficiente para fugir de temas desagradáveis. Somos pessoas que sangramos tinta na folha de papel em branco, desconversa o narrador, tentando deslocar o olhar do leitor para a brincadeira que promove: ludicamente mistura os gêneros literários, impedindo de forma deliberada que o leitor descubra onde começa e termina a ficção, quais são as diferenças entre biografia e autobiografia. Em determinado momento, talvez apenas para aumentar a confusão, deixa escapar que Estou a escrever romance, reconheço. Adeus, biografia. Nenhum leitor calejado pelas deslealdades que acompanham narradores em primeira pessoa pode considerar seriamente esse tipo de afirmação. O truque é fornecer uma nova roupagem para o velho clichê: O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente.

Simultaneamente, o narrador quer passar despercebido como partícipe da trama. Por isso, prefere anular a si mesmo, pulando para o outro lado do balcão. Sua tarefa se resume em “apenas” contar a história do amigo, em espalhar suas palavras em letra de imprensa. O que “esquece” de contar ao leitor é que, através desse subterfúgio, pode centralizar o relato em si mesmo – sem ter que dar muitas explicações sobre esse proceder. 

Em determinado momento, usando a voz do Outro, daquele que lhe é antagônico e, ao mesmo tempo, complementar, o narrador inscreve no texto uma metáfora inusitada: Tudo é natural porque tudo é artificial. Será que há diferença substantiva entre rosas naturais e rosas feitas em papel crepom? Independentemente da água que alimenta uma e é desnecessária à outra, a flor natural e a artificial não são, nas respectivas jarras, duas e a mesma? E não são ambas belas?

Belas? Sim. Mas, convém não esquecer, são diferentes. Diferentes formas de beleza. Como comprovam as imagens produzidas pelos múltiplos espelhos que refletem exponencialmente a poesia distante (perdida entre as lembranças que insistem em ecoar a todo instante) como a luz de um farol, tremeluzindo no meio da névoa que fornece densidade para a vida.      

A cama do hospital é um retângulo em branco – papel Canson ou lençol – onde o corpo que parece respirar e é humano é só rastro mineral da vida. Depois da morte, o vazio. As lembranças não constituem compensação suficiente para esse fragmento do discurso amoroso. Mesmo assim, o propósito de Mil Rosas Roubadas aparece limpidamente, como se fosse apenas um verso perdido no meio de uma música, Adoro o amor inventado, ou então uma elegia fora de moda: Se ele já não pode ser mais meu biógrafo, proponho ser eu o biógrafo dele.

terça-feira, 1 de julho de 2014

A VIDA DO LIVREIRO A. J. FIKRY



E eu gosto de conversar sobre livros com pessoas que gostam de conversar sobre livros. Gosto do papel. Gosto da textura e gosto de sentir um livro no bolso. Gosto do cheiro de livro novo também.


Um lugar não é um lugar sem uma livraria, afirma Lambiase, um dos personagens de A Vida do Livreiro A. J. Fikry, escrito por Gabrielle Zevin, e que também é o responsável pelo pensamento que serve de epígrafe para esta resenha. 

Resenha é palavra precária para resumir o fulgor que acompanha alguns livros. Infelizmente, há momentos que as palavras não se mostram suficientes para expressar reflexões, sentimentos, ideias e esperanças – principalmente a esperança de que existe um mundo onde a literatura ocupa um lugar de destaque. Na prática, para aumentar o desassossego do cadáver de Jorge Luis Borges, o paraíso não é uma biblioteca. Também não é uma livraria.

A. J. Fikry, de origem indiana (ou similar), casado com Nicole (Nic) Evans, estava estudando para se tornar PhD em Literatura Americana. Ela também era aluna e o seu PhD era sobre poetisas do século XX. Um dia, em 1999, os dois decidem abandonar a carreira acadêmica e abrir a Island Books, localizada em Alice Island, em Rhode Island. No meio desse mar, ou melhor, no meio de todas essas ilhas, surge o horror: Nic falece em um acidente automobilístico.

O livreiro e sua solidão – poderia ser um bom título para alguma narrativa depressiva, dessas que fazem a alegria dos leitores que preferem transferir a própria tristeza para os personagens dos livros. Não é o caso. Hallellujah! Livros são sinônimos de alegria, mesmo quando contam histórias que terminam mal.

Três fatos desiguais movimentam a narrativa. Um exemplar raro de Tamerlane and other poems, escrito por Edgar Allan Poe, é roubado. Uma criança de dois anos, Maya, é abandonada dentro da Island Books. A livraria recebe a visita de Amelia (Amy) Loman, representante da Pterodactyl Press. O resto é consequência.

Fikry tem opiniões fortes sobre os livros que vende. Não gosto de pós-modernismo, ambientações pós-apocalípticas, narradores post mortem nem de realismo mágico. Não costumo gostar de artimanhas nos formatos, fontes múltiplas, imagens desnecessárias – basicamente, truques de qualquer tipo. Acho ficção sobre o holocausto ou qualquer outra grande tragédia mundial de mau gosto: apenas não ficção, por favor. Não gosto de mistura de gêneros, tipo romance literário de detetive ou fantasia literária. Literatura é literatura, gênero é gênero, misturar as coisas não costuma dar muito certo. Não gosto de livros infantis, principalmente os com órfãos, e prefiro não entulhar minhas prateleiras com livros juvenis. Não gosto de nada com mais de quatrocentas páginas e menos de cento e cinquenta. Sinto repulsa por romances escritos por ghost-writers para estrelas de reality show, livros de imagens de celebridades, memórias de esportistas, edições pós-filme, livro-brinquedo e, suponho que nem preciso dizer, vampiros. Não costumo estocar lançamentos, chick lit, poesia e traduções. Preferiria não ter que estocar séries, mas minha conta bancária me obriga. Você não precisa me contar da ‘próxima grande série’ até que ela esteja abrigada na lista de best-sellers do New York Times. E, o mais importante, (...), não tolero memórias curtinhas de velhinhos cujas esposinhas morreram de câncer. Não importa quão bem escritas a representante de vendas diga que são. Não importa quantas cópias prometa vender no Dia das Mães.

Apesar desse discurso ranzinza, A. J. Fikry é um personagem simpático. Tanto que adota Maya, evita se envolver com Ismay (irmã de Nicole) e, depois de algumas trapalhadas, consegue conquistar Amelia – dando um rumo mais divertido à sua vida de pai solteiro. Em cada uma dessas etapas emocionais, que vão escorrendo rapidamente pelo tempo, conta com a amizade do escritor Daniel Parish e do policial Lambiase.

Narrado em terceira pessoa, a voz de Finkry aparece em uma das melhores partes do livro. Trechos de seu testamento literário foram editados no início de cada capítulo. É a forma com que ele declara o amor que nutre por Maya e pela literatura.     

A Vida do Livreiro A. J. Fikry é um livro que celebra os livros. Em cada uma de suas páginas há referências sobre escritores, personagens, cenas literárias. Ao leitor cabe desfrutar dessa generosidade metalinguística como se fosse uma conversa entre amigos.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

TRINTA E CINCO FRASES SOBRE ESPORTE



– O futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia. (Millôr Fernandes)

– Esportes não formam o caráter. Revelam-no. (Heywood Braun)

– Se você não praticar esportes, você não têm a mínima chance de fazer comerciais de cerveja. (Bill Watterson)

– Quem não espera vencer, já está vencido. (José de Alencar)

– O esporte é a alta cultura dos sem-imaginação, que são 3/4 da humanidade. (Paulo Francis)

– A vitória tem centenas de pais, enquanto a derrota é órfã. (John F. Kennedy)

– Devemos nos lembrar que a essência do esporte não está na marca ou no escore, mas nos esforços e na habilidade despendida para atingi-los. (Jigoro Kano)

– Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos... (Nelson Rodrigues)

– No Xadrez, como na vida, o adversário mais perigoso é você mesmo. (Vassily Smislov)

– Sempre leio primeiro a página de esportes, que registra os triunfos das pessoas. A primeira página não me diz nada além dos fracassos do homem. (Earl Warren)

– O esporte é uma guerra sem armas. (George Orwell)

– Ser o número dois do mundo é uma merda. (Andre Agassi)

– Como as nossas paixões pelos esportes são tão profundas e tão amplamente distribuídas, é provável que façam parte de nosso hardware - não estão em nossos cérebros, mas em nossos genes. (Carl Sagan)

– O esporte é a única profissão que eu conheço que, quando você se aposenta, é necessário começar a trabalhar. (Earl Warren)

– Eu errei mais de 9000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Em 26 vezes, confiaram em mim pra fazer a cesta da vitória, e eu errei. Eu falhei uma vez, de novo, e outra vez na minha vida. E é por isso que eu obtive sucesso. (Michael Jordan)

– Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende. (Neném Prancha)

– Os esportes são a seção de brinquedos da vida. (Howard Cosell)

– Conheço um meio para voltarmos a encontrar a fraternidade com os animais: o esporte. (Hippolyte Jean Giraudoux)

 – O esporte é o esperanto dos povos. (Hippolyte Jean Giraudoux)

– O esporte é importante para modernizar nossa visão de mundo, porque socializa a gente, na derrota e na vitória. (Roberto da Matta)

– Sexo é o único esporte que não é cancelado quando falta luz. (Laurence J. Peters)

– Aprendi isto sobre treinar: você não é obrigado a explicar a vitória e você não pode explicar a derrota. (Darrel Royal)

– O desporto é o único meio de conservar no homem as qualidades do homem primitivo. (Hippolyte Jean Giraudoux)

– Tênis é um esporte psicológico. Você precisa manter a cabeça limpa. Foi por isso qiue parei de jogar. (Boris Becker)

– O Brasil ficou entre os oito melhores do mundo no futebol e ficou triste. É 85º em educação e não há tristeza. (Cristóvam Buarque)

 – Passei por coisas muito piores na vida. Para mim, uma partida de tênis é coisa fácil de enfrentar. (Jelena Dokic)

– O bom jogador sempre tem sorte. (José Raul Capablanca)

– O tênis não é a minha vida, mas sim a minha carreira. Jogar tênis é o que tenho feito desde criança e, obviamente, é assim que ganho dinheiro. Mas não é a minha vida, digo isso com segurança. Há coisas muito mais importantes, como a família e a saúde. O tênis ocupa o final desta lista. (Maria Sharapova)

– Apenas as derrotas proporcionaram ao homem a sua plena força de ataque. (Stefan Zweig)

– Uma equipe sem líder é como um barco sem bússola; vaga ao sabor das ondas e dos ventos descreve círculos e não chega ao seu destino. (John Wooden)

– A arte de vencer, aprende-se nas derrotas. (Moacyr Daiuto)

 – É o espírito que trazemos para a luta, que decide o resultado. (George Marshall)

– No xadrez, o vencedor é quem comete o penúltimo erro. (Saviely Tartakower).

– Passei toda a minha vida tentando ficar longe dos esportes e aqui estou – em uma arena esportiva. (Kurt Cobain)

– Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma. (Neném Prancha)