Páginas

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ALGUNS VERSOS AMOROSOS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Pixinguinha

– Ando tão à flor da pele, / Que qualquer beijo de novela me faz chorar. (Zeca Baleiro)

– Pode até parecer fraqueza / Pois que seja fraqueza então. (Lulu Santos)

– Queixo-me às rosas / Mas que bobagem / As rosas não falam / Simplesmente as rosas exalam / O perfume que roubam de ti, ai. (Cartola)

– As aparências enganam / Aos que odeiam e aos que amam / Porque o amor e o ódio / Se irmanam na fogueira das paixões. (Tunai)

– O meu amor / Tem um jeito manso que é só seu / Que rouba os meus sentidos / Viola os meus ouvidos / Com tantos segredos lindos e indecentes / Depois brinca comigo / Ri do meu umbigo / E me crava os dentes, ai. (Chico Buarque)

Ah se tu soubesses como eu sou / Tão carinhoso e muito, muito / Que te quero... E como é sincero / Meu amor... Eu sei que tu não / Fugirias... Mais de mim... / Vem... Vem... Vem... / Veeeem...  / Vem sentir o calor dos lábios  / Meus a procura dos teus... / Vem matar essa paixão... / Que me devora o coração... / Só assim então serei feliz... / Bem... Feliz... (Pixinguinha e João de Barros)

Dolores Duran
– Ah, eu quero o amor, o amor mais profundo / Eu quero toda beleza do mundo / Para enfeitar a noite do meu bem. (Dolores Duran)

– Você sabe o que é ter um amor, meu senhor? / Ter loucura por uma mulher / E depois encontrar esse amor, meu senhor, /Ao lado de um tipo qualquer? (Lupicínio Rodrigues)

– Eu tenho tanto pra lhe falar / Mas com palavras não sei dizer / Como é grande o meu amor por você. (Roberto Carlos)

 – Quando você me deixou, meu bem / Me disse pra ser feliz e passar bem / Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci / Mas depois, como era de costume, obedeci. (Chico Buarque)

– Tire o seu sorriso do caminho / Que eu quero passar com a minha dor (Nelson do Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha)

– Eu sei que vou sofrer / A eterna desventura de viver / À espera de viver ao lado teu / Por toda a minha vida. (Vinícius de Morais e Tom Jobim)

– Eu queria querer-te amar o amor / Construir-nos dulcíssima prisão / Encontrar a mais justa adequação / Tudo métrica e rima e nunca dor / Mas a vida é real e é de viés / E vê só que cilada o amor me armou / Eu te quero (e não queres) como sou / Não te quero (e não queres) como és // Ah! Bruta flor do querer / Ah! Bruta flor, bruta flor (Caetano Veloso)

Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gilberto Gil
– Trocando em miúdos, pode guardar / As sobras de tudo que chamam lar / As sombras de tudo que fomos nós / As marcas de amor nos nossos lençóis / As nossas melhores lembranças / Aquela esperança de tudo se ajeitar. (Chico Buarque)

– O amor da gente é como um grão / Uma semente de ilusão / Tem que morrer pra germinar. (Gilberto Gil) 

 – Você me chama / Eu quero ir pro cinema / Você reclama / Meu coração não contenta  / Você me ama / Mas de repente / A madrugada mudou / E certamente / Aquele trem já passou / E se passou, passou / Daqui pra melhor, foi / Só quero saber do que pode dar certo / Não tenho tempo a perder. (Torquato Neto)  

– Entre por essa porta agora / E diga que me adora / Você tem meia hora / Pra mudar a minha vida / Vem, vambora / Que o que você demora / É o que o tempo leva. (Adriana Calcanhoto) 

– Te pego na escola e encho a tua bola / Com todo o meu amor / Te levo pra festa e testo o teu sexo / Com ar de professor / Faço promessas malucas / Tão curtas quanto um sonho bom / Se eu te escondo a verdade, baby / É pra te proteger da solidão // Faz parte do meu show / Faz parte do meu show, meu amor. (Cazuza)

Quero brincar no teu corpo feito bailarina / Que logo se alucina / Salta e te ilumina / Quando a noite vem / E nos músculos exaustos do teu braço / Repousar frouxa, murcha, farta / Morta de cansaço. (Chico Buarque)

– Não me venha falar na malícia / De toda mulher / Cada um sabe a dor e a delícia / De ser o que é. (Caetano Veloso)

Torquato Neto e Vinicius de Morais
– Rasgue a camisa, enxugue meu pranto / Como prova de amor mostre teu novo canto / Escreva num quadro em palavras gigantes / Pérola Negra, te amo, te amo. (Luiz Melodia)

– É melhor ser alegre que ser triste / Alegria é a melhor coisa que existe / É assim como a luz no coração. (Vinícius de Morais) 

– Não adianta nem tentar me esquecer /Durante muito tempo em sua vida eu vou viver // Detalhes tão pequenos de nós dois / São coisas muito grandes pra esquecer / E a toda hora vão estar presentes / Você vai ver. (Roberto Carlos)    

 – Amar e mudar as coisas / Me interessa mais. (Belchior)

Tens um olhar / Que me consome / Por caridade / Meu bem me diga teu nome. (Ismael Silva)

Ismael Silva
– Ó metade afastada de mim // Leva o teu olhar / que a saudade é o pior tormento // É pior do que o esquecimento, / é pior que se entrevar. (Chico Buarque)

Amor é um livro / Sexo é esporte / Sexo é escolha / Amor é sorte // Amor é pensamento, teorema / Amor é novela / Sexo é cinema // Sexo é imaginação, fantasia /  Amor é prosa / Sexo é poesia. (Rita Lee)

– Dói mais teu silêncio que tua agressão (Nico Resende) 

– Ando devagar / Porque já tive pressa / E levo esse sorriso / Porque já chorei demais. (Almir Sater)

– A porta do barraco era sem trinco / Mas a lua furando nosso zinco / Salpicava de estrelas nosso chão / Tu pisavas nos astros distraída / Sem saber que a alegria desta vida / É a cabrocha, o luar e o violão. (Orestes Barbosa)

Ezequiel Neves e Cazuza
– Pra que mentir / Fingir que perdoou / Tentar ficar amigos sem rancor / A emoção acabou / Que coincidência é o amor / A nossa música nunca mais tocou. (Cazuza, Reinaldo Arias e Ezequiel Neves)

– Fonte de mel / Nos olhos de gueixa / Kabuki, máscara / Choque entre o azul / E o cacho de acácias / Luz das acácias / Você é mãe do sol / A sua coisa é toda tão certa / Beleza esperta / Você me deixa a rua deserta / Quando atravessa / E não olha pra trás. (Caetano Veloso)

– Falando sério / É bem melhor você parar com essas coisas / De olhar para mim com olhos de promessas / Depois sorrir como quem nada quer. (Roberto Carlos)

– Teus sinais / Me confundem da cabeça aos pés / Mas por dentro eu te devoro. (Djavan)

Nenhum comentário:

Postar um comentário