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quarta-feira, 6 de junho de 2012

OUTRAS TRINTA E CINCO FRASES DE WILLIAM SHAKESPEARE

Amar é comprar escárnios à custa de gemidos. (Os Dois Cavalheiros de Verona)

− O amor é cego, e os namorados nunca vêem as tolices que praticam. (O Mercador de Veneza)

Entre dois beijos abrimos mão de reinos e províncias. (Antônio e Cleópatra)

− Não creias impossível o que apenas improvável parece. (Medida por Medida)

Se fosseis tratar todas as pessoas de acordo com o merecimento de cada uma, quem escaparia da chibata? (Hamlet)

− Muito mais água passa pelo moinho do que o moleiro pensa. (Tito Andrônico)

Quem faz uso exagerado das esporas, termina por matar a montaria. (A Tragédia de Ricardo II)

− Em mar sereno todos os navios são bons veleiros. (Coriolano)

Das paixões ínfimas, o medo é a mais maldita. (Henrique VI)

− Aos homens sobrevive o mal que fazem, mas o bem quase sempre com seus ossos fica enterrado. (Júlio César)

Da calúnia a virtude não se livra. (Hamlet)

− Foge de entrar na briga; mas se acaso brigares, faz com que o adversário te tema sempre. (Hamlet)

Quando os diabos querem dar corpo aos mais nefandos crimes, celestial aparência lhes emprestam. (Otelo)

− A verdadeira substancia da ambição é a sombra de um sonho. (Hamlet)

Quando os juízes roubam, têm licença de roubar os ladrões. (Medida por Medida)

− A amizade é constante em tudo, menos nos assuntos do amor. (Muito Barulho por Nada)

O cansaço ronca em cima de uma pedra, enquanto a indolência acha duro o melhor travesseiro. (Cimbelino)

− À ação de muitos golpes de uma machadinha, o mais possante carvalho oscila e acaba vindo ao chão. (Henrique VI)

O ciúme é um monstro de olhos verdes, que zomba do alimento de que vive. (Otelo)

− Não me aconselhes. Minhas desgraças gritam mais alto do que o teu fraseado. (Muito Barulho por Nada)

O espírito culpado sempre abriga suspeita. Em cada moita o ladrão pensa que se esconde um soldado. (Henrique VI)

− Cresce melhor o morangueiro embaixo das urtigas. (A Vida de Rei Henrique V)

Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente. (Muito Barulho por Nada)

− Entre maçãs podres não há o que escolher. (A Megera Domada)

Dobra−se o ferro enquanto ele está quente. (Macbeth)

− A glória é como um círculo sobre a água, que aumenta sempre mais, até que à força de se alargar, termina em coisa alguma. (Henrique VI)

Quantos perderam a honra para que a carcaça pudessem pôr a salvo. (Cimbelino)

− Não ensine aos lábios o desprezo, eles foram feitos para os beijos. (Ricardo III)

Há mais coisas entre o céu e a terra (...) do que sonha nossa vã filosofia. (Hamlet)

− Não se compraz um coração turbado com discursos longos. (Trabalhos de Amor Perdidos)

Há algo de podre no reino da Dinamarca. (Hamlet)

− Para comer, todos têm suas casas; o tempero melhor em casa alheia é sempre a cortesia. (Macbeth)

− O sangue moço nunca faz loucura como o velho que perde a compostura. (Trabalhos de Amor Perdidos)

− Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo! (Ricardo III)

Perde−se facilmente um carneiro quando o pastor se afasta do rebanho. (Os Dois Cavalheiros de Verona)

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